top of page

TOP 3 SUPER CLÁSSICOS DE TERROR + BÔNUS | STORYLANDIA PODCAST #09

Pra você que gosta de Terror...ou você que é apenas muito curioso... Vamos viajar entre os anos 1818, 1886 e 1897...anos em que alguns dos maiores clássicos do terror mundial foram escritos.

Eu sou Anna Grego, conheça meus livros e fale com o Storylândia em https://www.annagrego.com/

STORYLANDIA NO SPOTIFY:

STORYLANDIA NO DEEZER:

ENCONTRE OS CLÁSSICOS:

FRANKENSTEIN:

CONTO INVERSO POR ANNA GREGO:


ANNA GREGO

Seja bem vindo ao Storylândia. Eu sou a Anna Grego.


EDUARDO GREGO

E eu sou Eduardo Grego.


ANNA GREGO

E hoje nós vamos falar sobre um assunto que você, Eduardo, adora.


EDUARDO GREGO

Eu não sei o que a gente vai falar hoje.


ANNA GREGO

Que mentira que você sabe qual é o roteiro.


EDUARDO GREGO

Ah, é, eu ajudei a fazer.


ANNA GREGO

Qual é o tema?


EDUARDO GREGO

Terror. Vamos falar hoje sobre o gênero de terror.


ANNA GREGO

Especificamente sobre três livros.


EDUARDO GREGO

Um que você já leu, um que você está lendo e um que você irá ler.


ANNA GREGO

Exatamente, e os motivos pelos quais eu escolhi esse esses três livros.


EDUARDO GREGO

Mas antes de começar o nosso bate papo, muito legal, porque hoje somos eu e você, o casal Grego. Se você ainda não se inscreveu no nosso canal, agora é o momento, clica lá! Aqui em baixo em algum lugar aqui, clica, se inscreve nele e clica no sininho também para receber as nossas notificações. Se você está acompanhando a gente pelo o Spotify ou qualquer outra plataforma, também não deixe de nos seguir.


EDUARDO GREGO

Solta a vinheta do Storylândia!


ANNA GREGO

Bom, então vamos começar. O primeiro livro que eu escolhi foi o que eu já li. Já tem um tempo que eu já li esse livro. O Drácula de Bram Stoker. Mas antes de eu falar do livro, eu quero contar como eu cheguei no livro, porque eu não sou uma pessoa que a nossa conheço o Drácula, conheço o Bram Stoker vou ler primeiro, não. Ninguém nasceu sabendo e eu fui descobrir que tinha um livro do Drácula muito tempo depois. O primeiro contato que eu tive com esse personagem foi através do cinema e também incontáveis participações dele em incontáveis séries, desenhos e tudo mais. Mas o primeiro filme que eu assisti mesmo dele, de fato foi o filme de 1992, aquele blockbuster de Hollywood.


ANNA GREGO

Que tem o Keanu Reeves, Anthony Hopkins, Winona Ryder, Gary Oldman tem uma galera e de peso de Hollywood. Foi dirigida pelo renomado diretor Francis Ford Coppola. Já ouviu falar dele?


EDUARDO GREGO

Já, eu demorei para ver o Gary Oldman. Gary Oldman é um ator que consegue passar por diversos papéis. A gente não consegue identificar o cara.


ANNA GREGO

Você não consegue perceber aonde ele está. Não, o Drácula a caracterização dele ficou assim, bem assustadora, principalmente quando ele está lá na Transilvânia.


EDUARDO GREGO

Como que chama aquela amiga dele?


ANNA GREGO

A amiga da Mina é a Lucy.


EDUARDO GREGO

Lá é o único lugar que não é gíria. Pode falar Mina.


ANNA GREGO

Então é o primeiro contato que eu tive foi assistindo esse filme. É um filme assim, é um filme ok para mim. Eu achei bem legal a maneira como eles contam, direção de arte e tudo mais. Eu achei que bem, foi interessante, uma curiosidade que não vai mudar em nada a nossa vida. Uma das noivas do Drácula e as três lá que atacam o.


EDUARDO GREGO

Jonathan.


ANNA GREGO

O Jonathan Harker é a Monica Bellucci Belutti. Desculpe, Monica Belutti, Sabe quem é ela?


EDUARDO GREGO

Não, não.


ANNA GREGO

Não, Não sabe o que é ela. Ela fez Maria Madalena, No no filme do Mel Gibson, A Paixão de Cristo e a Persephone, do Matrix Reloaded. Aquela lá que pede um beijo para o Neo. E a Trinity aponta a arma para a cara dela. ‘Nem ferrando'. Só a curiosidade que não vai mudar a sua vida. Mas então, depois desse filme comecei a ver outros seriados e todos iam pela mesma linha do Drácula apaixonado pela menina e tudo mais.


ANNA GREGO

Aí um dia apareceu a oportunidade, aparecer para mim, no meu Kindle, o romance do Bram Stoker. Eu falei Ah rapaz, agora eu vou ler.


EDUARDO GREGO

Aí você comprou ele.


ANNA GREGO

Aí eu comprei.


EDUARDO GREGO

E não me avisou que você comprou.



ANNA GREGO

É claro que não. Numa edição bilingue até e com um capítulo extra. O primeiro capítulo é um capítulo extra e é uma versão muito interessante. Eu comecei a ler e quando eu comecei a ler eu falei nossa, legal tal ele é um livro epistolar, sabe que é epistolar.


EDUARDO GREGO

Não faço ideia, não faço ideia assim. Mas eu não posso falar tem que seguir o meu roteiro também.


ANNA GREGO

O epistolar ele é contado em cartas, o que eu achei muito interessante, então, é a visão de determinado personagem. Ele tá lá, ele escreve e escreve no diário, escreve no, ou é uma notícia de jornal ou é o diário ou é o doutor lá, ele grava no gravador dele o que está acontecendo e as pessoas vão e escutam.


ANNA GREGO

Então é sempre alguém que está narrando o fato que aconteceu. É muito interessante. E eu ia contando pro Eduardo. Conforme eu ia lendo, eu falei, tá interessante, tá legal, tá acontecendo isso, isso, isso aqui.


EDUARDO GREGO

Então o Bram Stocker foi o pioneiro do podcast.


ANNA GREGO

É, porque o cara gravava, o doutor, gravava o que acontecia e depois o pessoal escutava, mas eu ia lendo. Conforme eu ia lendo, algumas coisas batiam aí. Só que fui chegando no final eu falei olha só, não tá acontecendo o que geralmente acontece nas histórias que eu conhecia do Drácula. O Drácula continua lá sendo um monstro assim ele é bem, bem mal.


ANNA GREGO

Na história do Bram Stoker e no cinema e nas séries eles mostram um Drácula que era apaixonado. Eu falei alguma coisa, não está batendo. Aí fiquei com essa pulga atrás da orelha. Eu li o livro, gostei do livro, é um livro bem legal e no final eles acabam derrotando o Drácula e tudo mais. Acontece spoiler que acho que todo mundo já deve saber né?


ANNA GREGO

Mas eu fiquei encucada, eu falei caramba! E essa versão que a gente assistiu de 1992, o Coppola dizia que era uma das versões mais fiéis ao livro.


EDUARDO GREGO

Passou longe.


ANNA GREGO

Não passou longe exatamente, na minha opinião. Não passou longe. Por quê? Porque a caracterização, algumas cenas, as cenas lá da luz e as cenas do Jonathan Harker, muita coisa é muito igual. Dizem que eu não me lembro quais, mas ele repetiu Até falas do próprio livro no filme. Então muita coisa bate. Só que o que não bate é a história.


ANNA GREGO

Porque não tem essa questão do da esposa do Drácula. Eu estou falando do filme versus o livro original de 1897.


EDUARDO GREGO

Quando que é o livro.


ANNA GREGO

1897.


EDUARDO GREGO

Nossa e a gente foi conhecer, só o de 92. Teve mais filme antes.


ANNA GREGO

O livro saiu em 1897, mas esse filme especificamente saiu em 1992.


EDUARDO GREGO

Acho que foi o meu primeiro contato com o Drácula. Acho que foi em 92, creio que foi em 92 mesmo. Nesse filme eu nem sabia quem era o Keanu Reeves. E não assisti também em 92.



EDUARDO GREGO

Era novinha ainda.


ANNA GREGO

Vi esse filme aqui, acho que eu fui assistir em 2010.


EDUARDO GREGO

92. Eu estava assistindo o que, um cavaleiro.


ANNA GREGO

Estava assistindo, A Bela e a Fera.


EDUARDO GREGO

Não, não, talvez não vou colocar. Corta, corta, corta essa parte.


ANNA GREGO

Então eu assisti na Bela e a Fera no cinema. Bom, mas enfim, algumas coisas batem, outras coisas não batem. Aí eu fiquei encucada. Fui pesquisar sobre os diversos filmes que já saíram sobre o Drácula, porque esse dizem que é parecido. Eu concordo em alguns aspectos, mas a história é a Mina ela é apaixonada pelo Jonathan Harker, ela se casa e gosta do marido dela, o Jonathan.


ANNA GREGO

Só que no filme, no filme quem ela se apaixona e ela casa com o Harker. Só que ela gosta do Drácula, se apaixona pelo Drácula e tem toda aquela questão de que ela era muito parecida com a esposa que morreu do Drácula e tudo mais. Mas isso é uma coisa que eu vi naquele filme e nas histórias posteriores.


ANNA GREGO

Está sempre apaixonado pela Mina, por exemplo, naquela história, acho que foi um dos últimos. Tirando o Hotel Transilvânia, que é muito legal, em 2014 saiu um filme do Drácula. O filme é assim, em si é legal para você assistir, é o Drácula- A história não contada. Acho que é isso. E tem também essa questão do romance com a esposa, que é a Mina e tudo mais.


ANNA GREGO

Depois ele encontra com ela lá. Anos depois tem toda essa questão romântica, mas é.


EDUARDO GREGO

Melhor atacando Smaug.


ANNA GREGO

Mas aí eu fui pesquisar sobre todos, todas as produções, o que aconteceu para terem essas pequenas mudanças, mas que acabam mudando a história. E a gente começa a achar que a história do Bram Stoker ela saiu daquele jeito no filme e não é exatamente isso. Então, o primeiro filme da série do Drácula já saíram mais de 55 filmes, mais de 60 as 160 citações.


ANNA GREGO

Claro que é muito mais isso que as pessoas vão contando, mas o Drácula aparece, sei lá, em vários e em vários lugares. Então é difícil você acompanhar as aparições do personagem que o Bram Stoker criou. Já pensou que legal, cara, Será que ele imaginava que esse personagem que ele criou ia para tão longe assim? Então, muitos filmes ele é citado em desenho animado, por exemplo.


EDUARDO GREGO

Eu imagino.


ANNA GREGO

Hotel Transilvânia.



ANNA GREGO

E eu espero também.


EDUARDO GREGO

Vocês não sabe o que é a Eva logo mais se não souber.


ANNA GREGO

E é a personagem do meu livro, o primeiro filme que saiu do personagem foi o Nosferatu de 1922, só que os filhos do Bram Stoker não liberaram os direitos para fazer no cinema. Então o Nosferatu, ele conta mais ou menos a história do Drácula, só que não usa os mesmos nomes porque não liberaram os direitos para fazer.


ANNA GREGO

Depois posteriormente, em 1931, sai um dos filmes que hoje é considerado um clássico e é com um ator húngaro. Ele se chamava Bela Lugosi. Não sei se é assim que pronuncia, mas é assim que se lê Bela Lugosi. E ele gostou tanto de fazer esse personagem que ele pediu quando ele morresse, que ele fosse enterrado com com a roupa do personagem, com a roupa do Drácula.


EDUARDO GREGO

Pensa que negócio mais louco.


ANNA GREGO

É.


EDUARDO GREGO

Você sendo enterrado com a roupa do Drácula.


ANNA GREGO

E a roupa que ele usava? Bom, se alguém conhece um pouco mais dessa história, deixa nos comentários aí para falar um pouco sobre isso. Mas eu vi uma foto dele vestido de Drácula no caixão. É meio mórbido, mas.


EDUARDO GREGO

Tem uns babadinho.


ANNA GREGO

Tem, tem, tem exatamente a mesma coisa. Então esse de 1931 é um dos mais famosos. Posteriormente tiveram séries e tudo mais e um dos Dráculas, que é muito famoso, também é um cara que você deve conhecer o Christopher Lee. Você lembra de algum filme que ele fez?


EDUARDO GREGO

Não, não, lembro sim, eu nem sei sobre ele.


ANNA GREGO

Ele é o Saruman.


EDUARDO GREGO

Sabia, tinha certeza?


ANNA GREGO

Saruman do Senhor dos Anéis. Ele foi um dos dráculas mais famosos da história da TV e do cinema. Ele fez uma série lá do Drácula, só que posteriormente, anos depois, ele foi chamado de novo para fazer um dos um dos filmes que é considerado os mais fiéis. A obra do Bram Stoker, que é basicamente a mesma coisa, nos anos 70, tem dois filmes, um é com o Christopher Lee e outro produção da BBC britânica de 1977.


ANNA GREGO

São considerados os dois filmes mais fiéis da obra do Bram Stoker. Diz o Coppola que o filme dele também é, mas tem lá a questão do romance, que no livro não tem. Isso me deixou com a pulga atrás da orelha. Por isso que que que me chamou a atenção para falar, Caramba, porque será?


EDUARDO GREGO

Eu acho que a galera pega esse gatilho mental baseado no negócio igual réplica fiel segue a mesma linha do Invocação do Mal e também baseado em baseado no livro e nos relatos dele. Ela segue tal coisa ou não.


ANNA GREGO

Baseado, mas tem muita coisa.


EDUARDO GREGO

Baseada e a palavra para falar aqui que é quase real, é quase aquilo, tantas não é?


ANNA GREGO

Tanto que o filme de 92 ele é Drácula de Bram Stoker. Exatamente, Esse é o nome do filme. Então você acha que é a réplica fiel? Mas não é diferente. É dos filmes mais modernos que a gente vê, por exemplo, dos mais populares, e a gente vê o Harry Potter. Alguns filmes tem algumas mudanças, mas pelo menos os últimos.


EDUARDO GREGO

Mais do Harry Potter a J.K. Rowling estava do lado ao produzir, o do Drácula não estava mais entre nós.


ANNA GREGO

E isso é verdade. Não tinha quem defendesse, não tinha.


EDUARDO GREGO

Então se seguir essa linha também. Então até o próprio Stephen King mesmo vivo lá, não tem.


ANNA GREGO

Nem todos os filmes ele gosta.


EDUARDO GREGO

Nem do próprio Iluminado.


ANNA GREGO

É verdade, então não tem uma não. Acho que é uma coisa que não tem como combater, mas a questão aqui eu acho que você pegar um filme e falar que é melhor que o livros, só que você nem conhece o livro, né? Eu no caso, para mim aquela história do filme, era a história que o Bram Stoker escreveu.


ANNA GREGO

Se eu não tivesse lido e achar que a história do Drácula era aquela história de amor e no romance, e na verdade, pelo menos aquela, esta versão de 1897 não é.


EDUARDO GREGO

Comparando, não é que tem o melhor ou pior. Cada um, cada um tem a sua parcela. Só que eu acredito que o livro te dá mais liberdade para uma imersão. Qualquer livro que você pegar, você entra numa imersão do momento que você está vivendo. Hoje a gente tem um recurso, consegue ouvir. Quando vou ler livro de terror, tem a minha playlist, coloca lá as musiquinhas lá e segue a linha para ter uma imersão bem, bem bacana.


EDUARDO GREGO

Então, eu sou de opinião que o livro se você quer saber mesmo a história, não só para validar se está igual ou não, mas entender, tem mais detalhes. Até fugindo um pouco do terror e um pouco a fantasia do Hobbit, tem muito detalhe que não passa no filme do próprio Senhor dos Anéis, no filme você não sabe que é aniversário do Frodo também não.


ANNA GREGO

Que ele está fazendo 33.


EDUARDO GREGO

Que ele está passando para fase adulto, é 33 não.


ANNA GREGO

É 33.


EDUARDO GREGO

Então ele está passando para a fase adulta, e o terror, embora tenha o goste muito, ainda tem muitos livros que eu gostaria de ler ainda de terror, até por conta dessa dessa possível imersão e entender o que o autor quis trazer. Se é bem melhor ou não. O bom que do audiovisual. A gente não precisa ficar pensando muita coisa, né?


EDUARDO GREGO

Deixa o cérebro um pouco mais preguiçoso, você não precisa imaginar a cena.


ANNA GREGO

Na verdade, é o que a sua imaginação ganhando vida no audiovisual. Isso é legal.


EDUARDO GREGO

Alguém imaginou antes, o diretor tem que ralar bastante para poder fazer isso, falou ‘Não imagino algo assim. A gente vai adaptar’, porque nem tudo é adaptável.


ANNA GREGO

Mas uma coisa que tem que tomar cuidado, que eu tenho que tomar cuidado às vezes você se basear só no filme para falar se a história é boa ou não. Então, para mim.


EDUARDO GREGO

Lição do Drácula.


ANNA GREGO

A lição que Drácula me deixou é que o romance, o romance escrito não é um romance romântico, é o livro escrito. Ele conta uma história parecida com a que o cinema contou, o cinema de 92. Mas eu gostei muito mais do livro, porque ele trouxe uma versão não romantizada. Não que eu seja contra o romance, mas eu gostei mais daquela história do que eu vi.


EDUARDO GREGO

Vilão sendo vilão


ANNA GREGO

Vilão sendo vilão.


EDUARDO GREGO

Mocinho sendo mocinho


ANNA GREGO

E isso pra época funcionava muito bem.


EDUARDO GREGO

Hoje ainda acho que funciona muito bem.


ANNA GREGO

Talvez, talvez não para o cinema falar, mas tem que ter o romance aí. E se o vilão de repente se apaixona pela mocinha? Eu acho que teve uma novela mexicana. Acho que teve uma jogada dessa aí, curiosidade mesmo, mas me ajudou pra caramba. Leu Drácula porque tirou essa visão? Eu achava que a visão do Bram Stoker, era a mesma visão do Coppola, mas não é.


ANNA GREGO

Então mudou um pouquinho a história.


EDUARDO GREGO

Então agora vamos para o livro que você está lendo. Então, antes dessa parte eu lembro que a primeira vez que eu tive contato com o vampiro foi jogando o jogo de RPG da vampira, mas a primeira coisa que a gente pensa, mas e o Drácula? Como que é, não dá para chegar no nível porque o Drácula já tinha sumido.


EDUARDO GREGO

Tinha umas histórias assim, ficava jogando, jogando, tentando chegar no Drácula e não conseguia. Nunca cheguei a tentar achar o Drácula, porque na verdade não fazia parte dentro do RPG tinham vários clãs e tudo mais. Era uma visão de que vampiro era um vampiro, talvez mais parecido com o do transtorno. Não cheguei a do livro.


ANNA GREGO

Ele é mais monstruoso.


EDUARDO GREGO

A cada um seguiu uma linha. RPG é uma maravilha para essas coisas, não a questão de ser monstruosidade, mas é ficava. Cada clã tinha o seu estereótipo de um que gostava do outro, mais tinha uma linha de interpretação para poder fazer um bem muito, muito legal.


ANNA GREGO

Mas até uma certa época a visão sobre, o vampiro era considerado um monstro, mas a partir da visão da Anne Rice ela meio que humanizou, então.


EDUARDO GREGO

Eu gosto da visão dela, eu acho muito legal.


ANNA GREGO

Eu gosto também.


EDUARDO GREGO

Eu prefiro A Rainha dos Condenados, até do filme. Muita gente criticou. Gostei do filme.


ANNA GREGO

Ela abriu um pouco o leque para esse tipo de personagem, porque antes tinha lá todo o lado monstruoso, que é o que o Bram Stoker criou e ela trouxe o lado um pouquinho mais humanizado do vampiro sofredor, que sofre por ter que andar a noite, por ter que matar pessoas e tudo mais. Então é interessante.


EDUARDO GREGO

Viver eternamente.


ANNA GREGO

Viver eternamente e vai perdendo as pessoas, vai viver sozinho. Então ela traz visões bem interessantes. Mas hoje não é o dia de falar dela, é dia de falar do Bram Stoker e é isso aí.


EDUARDO GREGO

Vamos para o livro então que você está lendo.


ANNA GREGO

Bom, eu estou lendo O Médico e o Monstro, O Estranho caso do Doutor Jekyll e Mr. Hyde. Eu tenho uma dificuldade muito grande para falar o nome desse doutor Dr. Jekyll ou algo assim, algo parecido com isso.


EDUARDO GREGO

É o doutor.


ANNA GREGO

Eu prefiro falar o médico e o monstro.


EDUARDO GREGO

Cara, esse daí eu não conheço nada.


ANNA GREGO

Você não conhece? Então ele é do Robert Louis Stevenson. Ele foi lançado em 1886. Você sabe que eu gosto muito de ler coisas assim bem antigas, porque histórias que foram escritas há muito tempo, porque traz uma visão da pessoa que viveu naquela época. Então eu acho isso muito interessante. Não que eu seja contra quem vive no mundo assim, contemporâneo.


ANNA GREGO

Hoje que escreve histórias de época, não tem nada contra. É uma uma uma curiosidade estranha minha que eu gosto de saber como as pessoas escreviam naquela época, tipo Bram Stoker, Jane Austen. É muito legal ver a visão deles e da época e meio que é você lidar com uma pessoa imortal que ela escreveu há mais de 200 anos.


ANNA GREGO

Por exemplo. O próximo livro que a gente vai falar não é esse agora, o próximo. O livro tem mais de 200 anos que a história foi escrita. Isso é interessantíssimo. Eu acho que isso o máximo. Bom, mas voltando aqui, Robert Louis Stevenson lançou esse livro O Médico e o Monstro que é da nossa tradução aqui, em 1886. Do que se trata?


ANNA GREGO

Qual é a história? Na tradução que eu tenho, o Dr. Jekyll ele é um médico. Eu já vi lugares que chamam de cientista, mas na tradução que eu tenho ele é um médico e ele é meio cientista maluco. Assim, ele tem uma.


EDUARDO GREGO

Meio Professor Pardal.


ANNA GREGO

Ele cria uma mistura, uma poção assim, que tem a capacidade de separar a parte mais humana do lado mais maléfico da pessoa, separa. E quando o Dr. Jekyll bebe essa poção, ele se converte no Mr. Hyde ou Edward Hyde.

ANNA GREGO

Então é como se separasse o seu lado bom, o seu lado ruim, e ele vira duas pessoas. E eu estou na metade do livro ainda, mas é um livro de história, uma história muito interessante. Se tornou um clássico. O Stevenson sonhou com a história. Sabe quando você está tendo pesadelo e acorda, você acorda.


EDUARDO GREGO

E consegue me acordar?


ANNA GREGO

Consigo, Eu consigo, Consigo, já teve casos de eu te acordar assim, no meio do pesadelo. E aconteceu com o Stevenson. Ele estava no meio do pesadelo. Isso é contado no prefácio dessa versão que eu tenho também no meu Kindle. Meu Kindle é cheio de clássicos e no próprio livro narra essa história. Ele estava no meio de um pesadelo e a esposa acordou.


ANNA GREGO

Ele e ele falou Mas mulher, por que você me acordou? Ele estava no meio de uma história terrível, tipo Ué, ué. E ele ficou ensandecido com aquela história que ele tinha sonhado e ele começou a escrever, escreveu. Em três dias, mostrou para a mulher e para o enteado dele e ela falou: Nossa, você está perdendo a oportunidade de criar uma alegoria moral para a sociedade e tal.


ANNA GREGO

Ele pegou aquele rascunho e jogou no fogo, porque não pode jogar no lixo, tem que jogar no fogo e reescrever de novo três dias depois. Aí ok, ok. E aí ele foi, foi, Começou a escrever o romance mesmo, o livro. E ele escreveu em uma semana, até menos de uma semana, dez capítulos de um clássico.


EDUARDO GREGO

O cara já era um monstro já nessa época.


ANNA GREGO

Então ele tinha poesias e tinha outras obras. Mas foi essa obra feita em menos de uma semana, que marcou o nome dele na história que o imortalizou. E ele contou a história do Dr. Jekyll e do Mr. Hyde um pouco menos de uma semana e é super interessante isso. E ele lançou quando ele tinha 35 anos. Olha só, sempre há tempo.


EDUARDO GREGO

Sempre há tempo. Estamos chegando, tá longe, mas tá chegando.


ANNA GREGO

Eu falei muito do cinema na parte do Drácula. Eu nunca assisti um filme específico sobre o médico e o Monstro. Tem um filme de 1941 um pouco difícil de encontrar, mas ele é muito citado em vários lugares, como o Drácula aparece cá e lá também o Mr. Reed e o Dr. Jekyll aparecem em vários lugares e às vezes a gente não se dá conta por não conhecer a história do médico e o monstro.


ANNA GREGO

O primeiro contato que eu tive com essa história, mesmo sem conhecê la, foi em 1995. Acredite se quiser, no clipe do Backstreet Boys, Everybody, que foi um sucesso estrondoso no mundo. Eu acredito que foi em 95. Se não foi 95, foi 96, mas foi um desses dois anos, um deles, o Kevin. Ele está caracterizado como metade Dr. Jekyll e metade Mr Hyde, então ele fica a metade do clipe assim de um jeito e a outra metade de outro jeito, que tem um dos desenhos que ele está lá com o doutor bonzinho e de repente o Dr. Bonzinho vira um monstro.


ANNA GREGO

Outro lugar que eu também vi, uma citação desses personagens foi no último lançamento da Múmia, que tem o Tom Cruise. Não foi muito popular nos resultados da crítica, mas o Russel Crowe, ele faz uma participação como o Dr. Jekyll e ele se transforma no Mr. Hyde . Só que uma curiosidade muito interessante é que muitos retratam o Edward Hyde, o lado ruim, como um monstro, tal ele vira verde em alguns casos e tudo o mais monstruoso mesmo.


ANNA GREGO

E no livro não, ele é uma pessoa com uma aparência que retrata aquilo que ele tem dentro dele e que ele tem uma aparência de poucos amigos, uma pessoa que não é legal ficar perto.


EDUARDO GREGO

De uma aparência de poucos amigos.


ANNA GREGO

Misantropo Já ouviu falar disso?


EDUARDO GREGO

Por favor.


EDUARDO GREGO

Abre a enciclopédia aí .


ANNA GREGO

Uma pessoa que não gosta de outras pessoas, então na história lá ele é extremamente grosseiro, violento, ele não tem escrúpulos e assim tudo o que é de ruim é o cara. Então a aparência dele, eles narram a aparência dele desse jeito, mas não chega a ser monstruoso.


EDUARDO GREGO

Monstruoso porque para a época devia ser monstruoso.


ANNA GREGO

1886 e 1800.


EDUARDO GREGO

Não sei nem o que se passava no mundo naquela época.


ANNA GREGO

Mas sabe que tem um trecho muito interessante do prefácio do livro, que fala sobre o quanto tem por trás dessa história. Chamam essa história de uma metáfora simplificada da dualidade humana. Olha que complicada a filosofia, mas ela é muito mais do que aparenta ser. Você fala sobre um ser humano que divide entre bem e mal, mas que tudo aquilo está dentro de uma pessoa só, abre para o pensamento.


ANNA GREGO

Assim você é o que aparenta ou o que é por dentro. Então ele abre uma discussão e esse pensamento fez ele ser citado em vários outros filmes, várias outras séries e músicas, inclusive músicas coreanas, sul coreanas. Eles já já vi música que se chama Hyde, de música, que se chama Dr. Jekyll e é porque está falando dessa dualidade da personalidade do ser humano.


ANNA GREGO

Essa dualidade. Você é o bem, o mal. E foi exatamente por isso que eu comecei a ler o livro. Não foi o cinema que me trouxe ou qualquer outra coisa. Foi porque. Porque eu sabia que tinha esse, essa briga interna dentro de um personagem só e dentro do meu livro, este livro aqui, o exílio. Ele tem um personagem que tem uma briga interna também, não exatamente como essa briga, mas como pesquisa e eu fui buscar esse livro para ver como o Stevenson ele trabalha essa dualidade.


ANNA GREGO

Então, no meu próximo livro, a continuação desse vai falar sobre isso, sobre essa questão do ser humano só lutar com dois lados. Então por pesquisa, olha só que interessante.


EDUARDO GREGO

Agora vamos então para o livro que você irá ler. Temos data? até esse ano.


ANNA GREGO

Até o fim do ano eu vou ler.


EDUARDO GREGO

Fim do projeto que está tocando e tocando podcast e outras coisas, escrevendo um livro.


ANNA GREGO

Não mas para esse ano ainda, muito mais por curiosidade. O primeiro foi porque eu queria o cinema me empurrou para conhecer história. O segundo foi por pesquisa. Esse terceiro aqui também foi por causa do cinema, mas eu já vou lá.


EDUARDO GREGO

Qual é o próximo então que você irá ler.


ANNA GREGO

Bom, eu vou ler o Frankstein, da Mary Shelley. Ele foi lançado em 1818, acredite se quiser.


EDUARDO GREGO

Ele é o mais antigo.


ANNA GREGO

Ele é o mais antigo dos três.


EDUARDO GREGO

Caraca.


ANNA GREGO

Ai o que é mais interessante? Você fala Mary Shelley é uma mulher assinando, mas mais de 200 anos atrás.


EDUARDO GREGO

Naquela época, uma galera meio preconceituosa com isso aí.


ANNA GREGO

Era, foi difícil para ela conseguir assinar o livro dela.


EDUARDO GREGO

Eu sei. Se chegou, eu vi que eu estava procurando um negócio, aí é um pouco da história dela. Teve, teve um filme.


ANNA GREGO

Teve o filme, na verdade, o que me fez já colocar o Frankstein na na minha biblioteca do Kindle está lá. Já foi exatamente o filme de 2018 com a Elle Fanning que a irmã da Dakota Fanning e conta a história da Mary Shelley. Eu já assisti vários outros filmes que tem o, Ou você também. A gente já assistiu vários filmes que tem o Frankenstein, tem o Frank.


EDUARDO GREGO

Tem o tio Frank.


ANNA GREGO

A gente já assistiu, olha só. Só lembrando de cabeça, a gente tem o Van Helsing, que tem uma participação do Frankenstein, tem o próprio Hotel Transilvânia, vários desenhos animados que tem.


EDUARDO GREGO

31 e o de 31, que ele pega o jogo, a menina lá no meio do rio. Cara, é uma realidade tipo do que um monstro.


ANNA GREGO

Então a gente assistiu esse de 1931 e eu acho que é o que retrata da maneira mais diferente. Assim, eu ainda não li para bater com ele com o livro, o livro e o filme, mas ele mostra bem a natureza do Frankenstein e do criador dele também. E é um filme super rápido.


EDUARDO GREGO

Teve e teve o último conto, o.


ANNA GREGO

Último teve o último que a gente assistiu, mas pode ter mais aí, mas foi o de 2015. Victor Frankenstein com o Harry Potter com o Daniel Radcliffe e o James McAvoy.


EDUARDO GREGO

É o professor X e o Harry.


ANNA GREGO

Sim, eles sim. Eu assisti esse filme assim, eu assisti, mas não sou muito fã, não gosto de ficção. Claro que eu adoro, Claro que eu adoro, mas.


ANNA GREGO

Não, Primeiro eu vou, vou ler para depois eu ter uma opinião sobre este filme especificamente, mas sobre o de 1931. Ele mostra a natureza do monstro e tudo mais, mas esse ano de 2015 já não mostra tanto o monstro, porque na hora que eles criam e tudo mais, o monstro já destrói tudo lá é uma bagunça lascada.


ANNA GREGO

Mas deixa eu falar sobre o filme que eu assisti, que conta a história da Mary Shelley. E foi este filme especificamente que me fez olhar para o Frankenstein com um olhar diferente. Eu lembrei de outro filme também, o Frankenstein entre Anjos e Demônios, que passa vários anos e ele acaba ficando mais humano e ele se mete numa luta lá e tudo mais.


ANNA GREGO

Olha só quanto filme tem dessa história. Mas o que me chamou atenção foi a história da escritora. Conta a história dela com o poeta, o Percy Shelley, se eu não me engano, Percy Shelley, no nome dele, conta a história dela. Ela era filha de escritores, o pai e a mãe dela, e ela.


ANNA GREGO

Tinha uma livraria então, e eles se encontravam para.


EDUARDO GREGO

Já nasceu sendo mentorada.


ANNA GREGO

Ela escreveu em 1816, em 1817, o Frankenstein. Então é super interessante a história dela, por isso eu quero ler. Espero que eu encontre essa versão, que é o que eu trouxe para o Kindle. Seja uma versão de tradução interessante.


EDUARDO GREGO

O legal para a gente poder de vez você resumir esses três aqui. Leia o livro.


ANNA GREGO

As vezes a história do filme, por mais que digam que é parecido, que é o do autor, que é o Drácula de Bram Stoker, vou dar uma olhadinha no livro porque às vezes não é parecido.


ANNA GREGO

Bom, pelo que eu li até agora, a questão da dualidade humana fala que você tem um anjo, que você tem um anjinho e um diabinho, um em cada lado faz isso, não faz isso não, não faz. Então essa questão do bem e o mal que estão dentro de você, e para qual lado você vai pender? Então é uma coisa assim meio complicada.


ANNA GREGO

Por isso que o cara entrou para os clássicos.


EDUARDO GREGO

E o Frankenstein tem uns que você tem que ler para poder enteder.


ANNA GREGO

Ver o Frankenstein. Agora é curiosidade. Quero conhecer a escrita. Bom, e uma curiosidade que eu descobri quando eu estava montando essa essa lista que a gente está nessa lista de livros aqui, que por motivos diferentes estão na minha biblioteca e eu estou lendo, eu li, estou lendo e vou ler. Já estavam lá esses três livros são considerados os maiores clássicos do terror por ninguém menos que Stephen King, um dos maiores escritores de terror da nossa geração, da nossa, da nossa época, não da nossa geração, da nossa época. Então foi uma coincidência muito louca, né? Ele falou Os três maiores clássicos de Drácula, O Médico e o Monstro e Frankstein.


EDUARDO GREGO

Estou com ele, Caramba.


ANNA GREGO

Que coincidência.


EDUARDO GREGO

Legal, mas a gente encerrar você andou passeando por esse gênero aí, fazendo uns contos aí que eu sei também, porque sou seu marido, mas não sei se todo mundo sabe, chegou a escrever um conto para uma antologia, fala um pouco e também pro pessoal.


ANNA GREGO

Inclusive foi a minha estreia como escritora. Foi a minha estreia e o primeiro conto que eu lancei assim na vida. Foi um conto de terror e eu nunca tinha escrito nada desse gênero e foi a minha primeira publicação, assim publicação do livro físico e tudo mais. Foi esse conto, o conto o Inverso. Em 2019, se eu não me engano, e o ano da publicação 2019 completou 70 anos da morte do Monteiro Lobato, então os direitos do dos personagens no Sítio do Picapau Amarelo, agora pertencem ao domínio público. Esse projeto, O Lado Sombrio do Sítio, eles traziam toda uma narrativa desse universo do Monteiro Lobato, só que numa versão mais sombria, eu acho que é interessante. Eu falei vou participar porque não né, aí fui selecionada e eu tive a minha primeira publicação.


ANNA GREGO

O conto Inverso do Sítio do Picapau Amarelo. Então, aliás, essa semana eu recebi uma resenha super legal e vou postar lá no meu instagram para quem quiser ver. Aí retornou tudo isso e falei: Caramba, é legal pra caramba mesmo.


EDUARDO GREGO

Estávamos, estávamos, já estava no roteiro, né?


ANNA GREGO

Já estava.


EDUARDO GREGO

Planejamento para fazer um episódio sobre sobre terror.


ANNA GREGO

Isso.


EDUARDO GREGO

E acabou calhando ainda bacana.


ANNA GREGO

Acabou calhando.


EDUARDO GREGO

Aí para vocês. Aí, se vocês me permitem, o espaço de um pouquinho aqui, um pedaço do conto para ver o que vocês acham.


EDUARDO GREGO

Dez e 15 da manhã - Onde você está? O único lugar totalmente fora de hora que conheço é o sítio. Meu Deus, Pedro, você não pode ter voltado lá. Graças a Deus você conseguiu fugir aquela noite. Não conseguiu se lembrar de nada, mas eu me lembro daquelas coisas horríveis que saíram no noticiário. Você não…- Ele para mensagem na metade.


EDUARDO GREGO

Ela nunca entendeu a sua necessidade de resolver isso. Precisava voltar e se lembrar. Ele desce do carro e lá está a placa enferrujada, caída em meio a um matagal alto, onde dizia Sítio do Pica Pau Amarelo, o nome tão feliz para um lugar desses, pensou ele. Havia muito tempo que não voltava ali, ele e ninguém mais. Depois que as investigações acabaram, aquele lugar é maldito- diziam todos na região.


EDUARDO GREGO

Ali na entrada, um Pedro bem diferente do garotinho corajoso que em dias felizes vivera várias aventuras naquele lugar. A barba por fazer, cabelos desleixados refletem seu estado de espírito. Ele acende o cigarro olhando para a porteira e reluta, mesmo com lembranças confusas. O medo daquela noite o aterrorizou por anos, mas algo impulsionava a voltar. Ele sentia que devia isso a ela.


EDUARDO GREGO

Lúcia- Ele olha novamente o celular, ignora todas as mensagens, menos a última escrita. 16h32. Estou indo por aí. Espero encontrá lo vivo. Esse é um pedaço do Iniverso. Você ficou curioso? Onde consegue achar, Anna?


ANNA GREGO

No link que a gente vai deixar na descrição.


EDUARDO GREGO

Precisa facilitar a vida de todo mundo. Coloca no link.


ANNA GREGO

E a gente vai ficando por aqui, pessoal, até o próximo episódio.


EDUARDO GREGO

Até mais pessoal!


Posts recentes

Ver tudo

Comments